bikenauta

Fevereiro 04 2015

A bicicleta como máquina que não é movida por força de cavalos mas humana serve bem para mostrar a nós mesmos que podemos vencer distâncias e alturas exclusivamente por nossa potência e determinação. A trilha do Wariors foi um bom exemplo disso.

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Era madrugada e quatorze ciclistas saíram de suas camas e ganharam as ruas. O ponto de encontro da maioria foi o Voldac. Dali os carros com as bikes seguiram para Valença e Rio Preto. A padaria nem abrira ainda quando chegamos e depois de um café reforçado começou o inesquecível pedal.

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Esta trilha tem três serras a serem vencidas: Funil (980m), Taboão e Itaboca (1080m). Enquanto lutávamos com as três subidas do Funil seis corredores de Valença passaram por nós num treino forte. Observe como os pés deles estão todos fora do chão!

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Um lanche forte e seguimos pelo alto da serra subindo e subindo. O sol nunca foi forte, como em outros dias, mas ainda assim vez por outra parávamos numa sombra.

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Um pedal longo assim precisa ser organizado e em Taboão a amiga Joana já estava com o almoço pronto e com litrões de cerveja estupidamente gelada. Ah como é bom juntar a vontade de comer com a fome! Esta foto é cortezia de um dos colegas, esqueci qual.

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 Depois fomos para o parque nos refrescar na bacia da cachoeira. Foto do TarzanZé tirada por um dos amigos.

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Mas o tempo não parava e ainda havia outra serra para vencer e mais dois trechos difíceis. O quartzito que forma os morros da serra de Itaboca atrapalha o pedalar mas é lindo de se ver. O visual era espetacular.

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Outro lanche em Itaboca e pegamos um trilho, um caminho de um palmo de largura no meio da mata fechada. A tempestade da tarde rugiu, a chuva despencou, mas protegidos sob as árvores continuamos correndo e caindo.

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 Quando atravessamos o rio do Boqueirão veio um prova forte para os ciclistas já cansados, carregar as bikes morro acima num caminho em zigzag e também na descida. Não tinha como pedalar.

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 Mas logo chegamos em Cruzeiro. Outra parada rápida para hidratar e tomar uma pinguinha pra rebater a humidade do uniforme todo molhado e seguimos para a última etapa.

A volta para Rio Preto foi por estrada plana, porém com a chegada da noite e o esforço despendido por 14 horas cobrou a conta e chegamos todos muito sujos e cansados. Mas fomos vencedores.   

publicado por joseadal às 20:33

Espetáculo de pedal, pois passei em lugares que há muito tempo não passava, então me veio uma ótima lembrança da vitória e perrengues que Reginaldo, Dunga, Celmo, Douglas(mecânico de bike) e Eu passamos na nossa primeira viagem a Ibitipoca na descoberta desses caminhos alternativos.
E dessa vez com mais 13 amigos dispostos a encarar o que viesse, pois alguns não conheciam o percurso, mesmo com toda dificuldade do caminho como: Longas subidas, descidas alucinantes, estradas tapeadas com saibro úmido que tornara mais difícil de pedalar, trechos de areia em subidas, enfim todos chegaram, cansados mas realizados da capacidade e agradecidos a Deus por ter nos conduzidos neste dia em todo o nosso trajeto,
Valeu Sr José Adal.
Rogério a 5 de Fevereiro de 2015 às 00:48

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