bikenauta

Dezembro 14 2010

Nunca passei por tantas porteiras num dia só. Ontem, domingo 12/12/2010 saimos com o sultão Márcio. Digo assim, com todo respeito, para descrever este dedicado amante da bike que pacientemente apascenta várias meninas, a esposa entre elas, em belas pedaladas. Acompanhei o belo grupo até que sentindo comichão nos pés desgarrei com João Bosco, Davidson e Gláucio num pedal típico da rapaziada, muita correria, muito morro e chão que não acabava mais. E muitas porteiras.

publicado por joseadal às 00:33
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Dezembro 14 2010

Logo que deixamos o confortável asfalto precisamos pular a primeira delas que estava fechada a cadeado. Era a trilha Subidas do Varjão com largos portões de uma e de duas folhas, fechados com laços de corda. A corda pode estar amarrando as cabeceiras ou só jogado por cima. Os jovens serviam de garotos da porteira abrindo e fechando-as para os dois mais velhos. Algumas ficavam abertas convidando ao ir e vir, mas a maioria nos fazia parar. No fim da trilha pulamos outra que estava encadeada. Pegamos a estrada para Varjão, paramos para tomar um líquido gelado e atravessando a Dutra corremos pela curta Chico Ilhéus até a estrada velha Arrozal-Pirai. Se fosse o grupo das meninas teria seguido reto até Arrozal, mas a rapaziada não. Um caminho, onde as torres apareciam bem perto, convidava a aventura, nenhum de nós já passara por ali. "É um atalho", exclamei. E seguimos. Era meio-dia.

publicado por joseadal às 00:29
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Dezembro 14 2010

Se tivéssemos ido em frente em meia hora estaríamos nos banhando na repreza, mas pelo "atalho" demoramos 2 horas com o Sol rachando por cima e passando por várias porteiras. Umas, simples tronqueira feita de varas e arames, outras de tábuas, mas todas fechando os caminhos.

No treile, na fazenda da Grama, diante de um cheiroso prato de comida comemos desanimados, tão cansado estávamos. Depois, eu e João nos estiramos a sombra junto ao campo de futebol sem ânimo, sem perna, sem nada, quase mortos. Mas a força voltou e corremos para Arrozal. Lá decidimos enfrentar as subidas da Melequinha e suas porteiras, algumas novas e firmes, a última velha e arriada, como nós dois da "melhor idade", rá-rá-rá-rá-rá. Precisou dois para abrir este guerreira que há anos, enfrentando sol e chuva se mantêm em seu posto, fechando caminhos.

Ê mundo sem porteira!

publicado por joseadal às 00:26
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