bikenauta

Dezembro 26 2010

Ninguém sabe tudo, mas quanto mais pessoas trocam informações mais ficam sabendo. É preciso conversar, perguntar, contar para alguém o que se quer ou se procura. Foi assim que fiquei sabendo de Mombassa, vila de pescadores às margens da lagoa de Saquarema. Também foi inquirindo a um e outro ciclista que descobri o caminho para se chegar lá. Desta vez o início da jornada era Bacaxá. Assim, no dia de Natal, enquanto todos ainda dormiam e Malu já estava alimentada e passeara comigo, montei na bike corroída pela marezia, mas ainda uma boa companheira.

publicado por joseadal às 12:17

Dezembro 26 2010

Subindo o alto do Cruzeiro decidi visitar o mirante e descortinar a bela paisagem. Saquarema é linda, repousante e cheia de variadas formas de distração. Se o visitante quer fazer trilha de bike tem serras bem perto e inúmeros caminhos. Se quer pegar uma onda maneira a praia de Itaúna é um paraiso para os surfistas. É religioso? Tem a bela igreja de NS Nazaré e muitos templos evangélicos. Se liga em caminhadas? Têm as praias intermináveis ou os caminhos com vista para o mar.  Saquarema é o point. Mas pouca gente sabe.

 

publicado por joseadal às 12:14
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Dezembro 26 2010

Mas meu destino era Mombassa. Em Bacaxá peguei uma rua asfaltada que me haviam indicado. Não parei mais para falar com ninguém. Fotografei cenários lindos da lagoa. E me perdi. Olhando as serras vi que me afastava da lagoa. Parei para perguntar e descobri que tinha um caminho lindo para seguir até a estrada da Barreira. Pedalando sózinho, comprimentava as vacas e cavalos: ô cavalinho boniiiitooo! Troquei cantos com corujas e gaviões e anus e canários da terra. Afinal, cheguei na ponte e entrada para a vila caiçara.

 

publicado por joseadal às 12:10

Dezembro 26 2010

Entre morros segui direto para a lagoa. Depois de andar um bocado cheguei no vilarejo e no restaurante Toca do Peixe disposto a comer um pescado fresquinho. Mas era cedo. E não tinha muito para ver. Naquele ponto a lagoa se estrangula e Jaconé fica à menos de 100 metros. Um morador se acercou da canoa e não tive dúvidas, falei com ele. A gente tem que se comunicar. “Como se chega ao outro lado, amigo?” “Ora, estou indo para lá, agora. Suba a bordo e traga sua bicicleta”. Isto foi uma novidade. Nunca havia colocado minha bike numa canoa. Ela já viajou de saveiro entre Angra dos Reis e Ilha Grande, mas de canoa, nunca. Nos equilibramos na estreita embarcação e seu Amarildo nos levou mansamente ao outro lado. Agradeci, desejei um feliz Natal e peguei o caminho entre o manguezal do bairro Barra Nova.

 

publicado por joseadal às 12:06

Dezembro 26 2010

Não é que saí bem na rua onde tem o Sambaqui da Beirada?! É o parque que protege e expõe uma aldeia de pescadores que viveram há 4.500 anos. Isto mesmo, 2.500 anos antes de Jesus nascer. Era dia de Natal e o parque estava fechado. Daí circundei a lagoa tirando fotos, parando para comer um peixinho frito acompanhado de cerveja gelada e com vagar cheguei em minha hospedagem na prai de Itaipú. Este lindo passeio foi o prenúncio de um dia lindo que culminou numa ceia pequena, íntima e cheia de afeto. Foi Natal novamente.

publicado por joseadal às 12:02

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