bikenauta

Janeiro 08 2012

Foi um mal entendido. O que se vai fazer, era o primeiro
pedal do ano de 2012, alguma coisa tinha de dar errado. O que aconteceu é que não foi combinado direito.

Mas não vou falar disso agora, primeiro quero contar da alegria de ver
reunidos tantos amigos da bike. Alguns não andavam conosco há uns 4 anos.

A manhã estava encoberta e fresca e os quinze ciclistas
seguiram para Santa Rita de Jacutinga. Seis jovens andavam comigo pela primeira
vez e quase todo percurso lhes era desconhecido. A maioria deles duvidava que
pudessem chegar e voltar. Tinha gente pensando em telefonar para esposa e filho
irem pega-los lá. Mas rodamos tranquilamente e os novos colegas andavam tão bem
que logo se formou dois pelotões. Eu, de língua de fora, tentava não os perdes
de vista. Chegamos ao destino.

A pequena e tranquila cidade mineira foi invadida pelas
águas do rio Jacutinga, mas o mal que causou já estava resolvido. Os sinais de destruição
haviam sido removidos. No restaurante que teve a área onde gostamos de almoçar,
nos fundos, tomada pela lama da enxurrada, tudo estava normalizado e a comida
mineira estava aquela delicia.

Descansamos e voltamos. O céu estava mais fechado com nuvens
escuras em toda volta. Mas chegamos e passamos por Santa Izabel do Rio Preto
sem nem um chuvisco. Paramos para visitar o sítio dos pais de um dos jovens
ciclistas e nos distraímos chupando manga, tirando fotos e nos refrescando com a
água fresca do açude. Voltamos a estrada e tocamos para o alto da Mutuca.

Aí começou o mal entendido. No convite para este passeio
contei que fiz um acordo com S. Pedro e que a chuva só ia cair quando
estivéssemos em casa. Mas chegando à São Bento o aguaceiro despencou com pingos
grande e gelados. No alto da Mutuca a chuva parou e descemos com a pista
molhada e com água correndo, o que era um convite para uma aquaplanagem e um
tombo legal. Mas deu tudo certo.

Atravessamos Amparo com chuva torrencial e com raios e trovões
que assustavam. Foram duas horas de aguaceiro. No ponto de despida, no Voldac,
tive de me defender: Não prometi trazer ninguém a seco. Mas e o trato com o
santo? Bem, chegamos na Vila com o chão seco. Deu para andar com Malu e só quando
estava em casa o toró caiu. Foi um mal entendido, o protetor do bom tempo
entendeu que havia pedido para só chover em Volta Redonda depois que
estivéssemos todos dentro de casa. A ausência de chuvarada pelo caminho não
tinha sido combinada.   

publicado por joseadal às 22:25

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